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Caricatura Rozelma França
Em 2009 ingressei na graduação em Licenciatura em Computação na Universidade de Pernambuco (UPE). No ano seguinte, tive a oportunidade de participar de um projeto sobre avaliação de softwares educativos. Gostei da experiência, pelos desafios e aprendizagens proporcionados.

Mas não parei aí. Engatei em outra iniciação científica, projetos de extensão, monitoria e tudo mais que surgiu. Não sei como eu consegui dar conta, não só pela quantidade, mas pela diversidade de temas: ensino de Computação na escola, contemplando pensamento computacional, cultura digital para a melhor idade, desenvolvimento de tecnologias educacionais, como atividades desplugadas e jogos digitais... Ahhh! <3 Vivi minha graduação intensamente e sou muita grata pelas pessoas que pude cruzar nesse caminho. E foi nesse percurso que fui me construindo como pessoa, professora e pesquisadora de Computação.
Foi ainda na graduação que me encantei pelo pensamento computacional. Lá, já discutíamos e experienciávamos que o sentido de ser professor de Computação na educação básica ultrapassava ensinar ferramentas como editores de textos e planilhas - algo necessário, mas não suficiente. Quantas coisas legais fizemos! Sim, fizemos, nós: professores, amigos de turma e de curso, comunidade escolar. Ainda me recordo do primeiro artigo a nível nacional que publicamos com esse tema. Foi no Workshop sobre Educação em Computação (WEI - CSBC) em 2012, em Curitiba/PR, com o título "Ensino de Ciência da Computação na Educação Básica: Experiência, Desafios e Possibilidades".

Em 2013 veio o mestrado, e logo em seguida o doutorado. O tema de pesquisa? Pensamento computacional <3 No mestrado, propus um modelo para o seu desenvolvimento no Ensino Médio apoiado na autorregulação da aprendizagem. Explorei as estratégias de Autoavaliação e Avaliação por Pares e demonstrei que elas podem impactar positivamente sobre o desenvolvimento do pensamento computacional. Já no doutorado, propus uma abordagem pedagógica e um material didático (sertão.bit) voltados ao pensamento computacional nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Dentre as estratégias que apoiam a abordagem proposta, destaco a Contação de História e a Cognição Corporificada

E por que eu estou trazendo esse relato para cá? Porque o que eu sou e o que eu faço hoje é, sem dúvida, parte dessa construção brevemente relatada. Comecei o relato a partir das vivências da graduação, mas tudo o que a antecedeu é também responsável pelas decisões que tenho tomado, como pessoa, professora e pesquisadora.

Hoje, vinculada à Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), leciono no curso de Licenciatura em Computação e oriento pesquisas na graduação e na pós-graduação nas áreas de Educação em Computação e Informática na Educação. Também, integro o grupo de pesquisa DEMULTS. A seguir, descrevo os projetos em andamento que atualmente coordeno. Você pode consultar os projetos anteriores no CV Lattes.
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Image by Hannah Busing

PIBID COMPUTAÇÃO

PROJETO DE ENSINO

Descrição: O Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), núcleo Computação, tem dois objetivos principais: i) Contribuir para o letramento científico dos licenciandos e a construção de sua identidade docente; ii) Promover ações interdisciplinares que estimulem o ensino da Ciência da Computação na educação básica por meio de atividades desplugadas, makers, robótica e programação, jogos e outros objetos de aprendizagem.

Alunos envolvidos: Graduação (19)
Financiador(es): Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível

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